Ano novo chinês

Ano Novo Chinês e logística internacional: impactos, custos e planejamento nas importações

O Ano Novo Chinês ocupa posição estratégica no calendário do comércio exterior e influencia diretamente a logística internacional. Empresas que realizam importação da China precisam considerar esse ciclo com antecedência, pois ele altera temporariamente a dinâmica de produção, disponibilidade de equipamentos, formação de preços e capacidade portuária.

Em 2026, o período voltou a evidenciar pontos sensíveis da cadeia logística asiática, exigindo planejamento estruturado e acompanhamento técnico constante.

Como o Ano Novo Chinês afeta a logística internacional

Nas semanas que antecedem o feriado, fornecedores concentram entregas e finalizam produções antes da paralisação. Esse movimento aumenta de forma significativa a busca por espaço em navios, disponibilidade de contêineres e transporte rodoviário até os portos de origem. A operação passa a trabalhar com menor margem de absorção para ajustes de última hora.

Com o início do feriado, a retomada das atividades ocorre em ritmos distintos entre fábricas, tradings e operadores logísticos. A recomposição das equipes e a reorganização dos fluxos produtivos demandam tempo, o que pode gerar reprogramações e ajustes sucessivos até que a cadeia volte ao padrão habitual.

O cenário observado em 2026

Em 2026, o período do Ano Novo Chinês exigiu acompanhamento ainda mais próximo das operações com origem na China. Ao longo das semanas que antecederam o feriado, identificamos aumento relevante no nível de congestionamento em portos estratégicos e maior dificuldade na disponibilidade de equipamentos.

Entre os principais efeitos registrados estão:

  • excesso de reservas por parte dos armadores
  • cargas roladas por múltiplas semanas
  • limitação de entrada antecipada nos terminais
  • falta de contêineres, especialmente 40HQ
  • custos adicionais com armazenagem, pátios externos e detention

Portos como Ningbo, Shanghai, Qingdao e os principais terminais do Sul da China enfrentaram restrições operacionais relevantes, enquanto muitas fábricas programaram retorno pleno apenas para o final de fevereiro ou início de março.

O impacto costuma ser percebido tarde demais

Um dos fatores mais críticos desse período é o momento em que as empresas percebem o problema. Em muitos casos, a gravidade da situação só se torna evidente quando o embarque não confirma, quando a carga é rolada ou quando os custos já sofreram elevação significativa.

Nesse estágio, as alternativas passam a ser mais limitadas e onerosas. Ajustes que poderiam ser feitos com antecedência acabam sendo tratados como urgência, reduzindo a margem de decisão e aumentando a exposição ao risco.

A importância de parceiros especializados em períodos críticos

Em períodos como o do Ano Novo Chinês, a atuação de uma trading especializada faz diferença na forma como os impactos são absorvidos ao longo da operação. A BM3 Trading acompanha de perto a prontidão das fábricas, as condições reais dos portos e a disponibilidade de espaço junto aos armadores, oferecendo aos clientes uma leitura atualizada do cenário e das alternativas possíveis em cada etapa do processo.

Para clientes que já possuem processos em andamento e enfrentam dúvidas sobre prazos, embarques ou custos neste momento, o contato direto com o time da BM3 Trading permite avaliar o status real das cargas e tomar decisões com base em informações concretas do mercado, considerando os limites operacionais do período.

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