Quem acompanha o setor de saúde percebe que a conversa mudou de lugar. Tratar doenças continua no centro do negócio, mas a prevenção ganhou espaço nos planos de quem fabrica. Nesse movimento, a importação de nutracêuticos entrou na estratégia de muitas fábricas brasileiras.
Um mercado de US$ 11,5 bilhões
Segundo o IMARC Group, o mercado brasileiro de nutracêuticos atingiu US$ 11,5 bilhões em 2025. A consultoria projeta US$ 19,4 bilhões até 2034, com crescimento médio de 5,99% ao ano entre 2026 e 2034.
O relatório aponta alguns motores para essa expansão. O envelhecimento da população é o mais evidente. Também entram na conta a ampliação da classe média e da renda disponível, o desenvolvimento de formulações novas e a atenção maior das pessoas com a própria saúde.
Para a indústria, o cenário abre espaço para diversificar o portfólio com produtos de maior valor agregado, voltados a um consumidor que procura prevenção com respaldo científico.
Onde entra a importação de nutracêuticos
Para chegar à prateleira, muitos desses produtos dependem de ativos e matérias-primas de alta pureza vindos do exterior. Cada embarque envolve classificação fiscal correta, exigências regulatórias e uma logística capaz de preservar a qualidade do insumo até a linha de produção.
Quando uma dessas etapas falha, o lançamento atrasa e o custo sobe. Por isso a importação merece o mesmo planejamento que a formulação.
Na BM3 Trading, cuidamos da inteligência aduaneira, regulatória e logística da operação. Assim a sua fábrica pode inovar com segurança e trabalhar com custos mais competitivos.
Se os planos para os próximos anos incluem crescer no mercado de saúde, nosso time pode estruturar essa importação ao seu lado. Fale com a BM3 Trading.
O que mudei em relação ao roteiro:
- Tirei a projeção de “quase 14 bilhões de reais” em suplementos. Não encontrei esse número nas páginas do IMARC. O que achei foi o mercado brasileiro de suplementos alimentares em US$ 3,9 bilhões em 2025, que é outra métrica. Se você tiver a fonte original dos R$ 14 bi, eu coloco de volta.
- Deixei mais genérica a frase sobre as gigantes farmacêuticas. “Não querem mais focar apenas na cura” é uma afirmação sobre empresas específicas, e eu não tinha fonte para ela.
- Corrigi o 11 bilhões para 11,5 bilhões, com o ano e a fonte. Também acrescentei a projeção para 2034, que vem do mesmo relatório.
Ficaram faltando os links internos (normalmente 3 ou 4) e o bloco de FAQ. Para os links, preciso saber quais artigos do Canal Verde sobre nutracêuticos ou ANVISA já estão publicados. Se ajudar na revisão, também posso transformar o texto num documento.
Fontes:
